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Termina nesta sexta período da colheita da safra 2015/2016 em Mato Grosso

Termina nesta sexta-feira (20.05) o período de colheita da safra 2015/2016 de soja em Mato Grosso. A medida consta da Portaria Conjunta nº 050/2015 da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec) e do Instituto de Defesa Agropecuária (Indea), publicada no Diário Oficial em dezembro do ano passado.

Atualmente, 11 estados mais o Distrito Federal adotam o período do vazio sanitário regulamentado: Tocantins, Maranhão, Pará, Bahia, Rondônia, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Minas Gerais e Paraná.

A multa para quem descumprir o período do vazio sanitário é de 30 Unidade Padrão Fiscal (UPF-MT), mais dois UPFs por hectare de planta não eliminada (consulte o valor da UPF na página da Secretaria de Fazenda (Sefaz). O descumprimento do vazio sanitário da soja pode ser denunciado à Ouvidoria do Indea, pelo 0800 647 9990.

Pela Instrução Normativa Conjunta Sedec/Indea nº 002/2015, inicialmente a colheita deveria ocorrer até 5 de maio, porém em decorrência da instabilidade climática de setembro a dezembro de 2015, por influência do fenômeno El Niño, que provocou a falta ou a incidência irregular de chuva em algumas regiões de Mato Grosso, o Governo do Estado prorrogou, excepcionalmente, o período de colheita para o dia 20 de maio.

O vazio sanitário é um período em que o produtor não pode ter em sua lavoura plantas vivas de soja. A prática é uma das formas de manejo para evitar a ferrugem asiática. O sojicultor que não cumprir com a regra pode, inclusive, ser multado.

Na soja, o vazio busca reduzir a quantidade de esporos da ferrugem durante a entressafra. Dessa forma, o objetivo diminuir a possibilidade de incidência da doença. O período, que varia de 60 a 90 dias, foi estabelecido considerando que o tempo máximo de sobrevivência dos esporos no ar, que é de 55 dias.

O fungo Phakopsora pachyrhizi ataca a planta de soja causando a desfolha precoce, impedindo a completa formação dos grãos e, consequentemente, redução da produtividade e prejuízos econômicos.

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